Edição nº 19 - 08/05 a 14/05/2004

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Mais um domingo de festa.::
Confraternização de maio da Peteca.::
Aniversariantes da Semana.::
Novos sócios/Diretor do dia.::
Muito agito no Circuito Show da Academia.::
Criançada garante o sucesso da Marotinha.::
Iate recebe a visita dos idosos do Lar São Francisco de Assis.::
Homenagem do Iate ao Dia das Mães.::
Festa para as Mamães Funcionárias.::
Dança de salão no Emiate.::
Confira os resultados do Torneio Correio Braziliense da Classe Snipe.::
Terminam os Campeonatos do DF da Classe Fast 230 e da Classe Velamar 22.::
Vem aí o Campeonato do DF da Flotilha Delta 26.::
Avisos aos velejadores.::
Curso de Arrais Amador.::

  Homenagem do Iate ao Dia das Mães

No dia 9 de maio, o Brasil inteiro estará celebrando o Dia das Mães. Elas nos deram a vida, nos ensinaram as boas maneiras, nos fizeram crescer homens de bem... Pelo amor, pelo carinho, pela amizade e por todos os momentos dedicados a nós, jamais podemos nos esquecer delas.
Por isso mesmo, nesta data tão especial, o Jornal Semanal do Iate registra aqui, pelas palavras do célebre e imortal poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade, nossa homenagem. Drummond nos deixou em 1987. Mas seu legado permanecerá vivo para sempre. E em um de seus poemas, ele escreveu sobre as mães. Um belo texto que reflete muito do que as mães deveriam representar para cada um de nós.
A todas as mamães Iatistas, desejamos que este domingo seja repleto de muito amor, alegria, felicidade, saúde e paz. São os votos do Iate Clube de Brasília.


Para sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
á gua pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade

 

 


 

 

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