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Edição nº 17 - setembro/outubro de 2004


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  Alegria do tricolor paulista


São Paulo sagra-se campeão do Torneio Rio – São Paulo. Competição envolveu cerca de 130 sócios e deve acontecer duas vezes por ano a partir de agora

Não é por simples capricho que o Iate Clube de Brasília mantém sempre verdinhos seus três campos de futebol (um oficial e dois soçaites). Aqui, a bola rola praticamente todos os finais de semana e a modalidade ocupa posição de destaque na preferência dos Iatistas.
E para confirmar a paixão dos sócios pelo futebol, o primeiro semestre de 2004 foi marcado pela disputa de uma grande competição interna, que movimentou o clube por várias semanas. O Torneio Rio – São Paulo, encerrado no dia 10 de julho, foi um sucesso e surpreendeu até mesmo o Diretor de Esportes Terrestres Coletivos, Quinho.
Ele contou que as inscrições foram abertas um mês antes do início do torneio, que começou no final de abril, e que em pouco tempo o limite foi atingido. “Nós conseguimos mais de 140 inscritos. Sinceramente, não esperava tanta procura por parte dos sócios. Acho que o mais legal desse Rio – São Paulo é que o campeonato foi disputado exclusivamente por sócios. Não teve ninguém de fora e a única exceção que a gente abriu neste sentido foi para goleiros, porque não é fácil no Iate encontrar oito pessoas que joguem nesta posição”, explicou Quinho.
Outra preocupação do Diretor foi organizar o evento de tal forma que qualquer tipo de panelinha fosse descartada. “Houve um sorteio para determinar quem jogaria em qual time e com isso não houve qualquer possibilidade da panelinha acontecer”, ressaltou Quinho.
Com um número recorde de atletas e todas as regras respeitadas, os jogadores foram divididos entre os clubes (Botafogo, Vasco, Fluminense, Flamengo, São Paulo, Palmeiras, Santos e Corinthians) e o torneio enfim começou.
Coincidência ou não, o fato foi que na competição do Iate, assim como ocorre no Campeonato Brasileiro, os times cariocas não tiveram muita sorte. Duas equipes paulistas decidiram o troféu e, ao final, o caneco acabou ficando com o São Paulo.
Depois de ter vencido o Palmeiras no primeiro confronto da decisão por 4 x 1, o tricolor paulista apenas precisou administrar a vantagem na segunda partida. O Palmeiras ainda conseguiu a vitória por 4 x 3 no confronto final, mas como precisava vencer por uma diferença maior de gols, o título acabou ficando com o São Paulo.
O sucesso da competição foi tão grande, que Quinho pretende organizar outro torneio ainda este ano. “A cobrança do sócio é para que tenhamos dois torneios desse tipo por ano porque o sucesso foi enorme. Para outubro, a idéia é fazer o 2º Torneio Rio – São Paulo e a tendência é fazer dois torneios grandes por ano daqui para frente.”
O Iate parabeniza todos os jogadores do Torneio Rio – São Paulo e ressalta que os parceiros que apoiaram as equipes foram fundamentais para o sucesso da competição. Esperamos que essa parceria continue nas próximas competições. Os times foram patrocinados pelas seguintes empresas: Botafogo – Big Box; Corinthians – Joke; São Paulo – Submore; Santos – Companhia do Futebol; Palmeiras – Fiorella; Fluminense – Natureba; Vasco – Marelli Ambientes; Flamengo – Slavieiro.

Gols e talento reconhecido

Ser campeão do Torneio Rio – São Paulo não foi suficiente para a equipe do São Paulo. O time terminou a competição com dois de seus atletas em posição de destaque: Pablo Crispim foi o artilheiro, com 15 gols, e Hudson Pereira foi eleito o melhor jogador do torneio.
Marcar gols sempre é o objetivo de qualquer atacante. E neste sentido Pablo sentiu-se realizado por 15 vezes durante a competição. Estudante de administração, Pablo, 23 anos, começou a jogar bola quando tinha 9 anos, freqüentando a escolinha do Iate. Nunca mais parou.
Aos 17 anos, chegou a fazer um teste no União São João de Araras, em São Paulo, mas como não foi aprovado, desistiu de seguir carreira como profissional. Mas continuou praticando o esporte e hoje joga constantemente no Iate e na equipe do UniCeub.
“O Torneio Rio – São Paulo foi muito bom. As equipes estavam bem parecidas em nível técnico, todas muito competitivas e os jogos eram sempre bastante equilibrados”, elogiou o artilheiro, que apóia a idéia do torneio ser realizado duas vezes por ano. “É uma boa idéia. Dá para quem gosta jogar mais e com isso todo mundo pega mais ritmo”, explicou

 


 

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