::.Editoriais
   Palavra do Comodoro e Palavra do Presidente do Conselho Deliberativo
::.Entrevista
   Iate bate um papo com o Tenista André Sá
::.Especial - Torben Grael
::.Esportes
      A força e o talento das mulheres (Vela)
      Alegria do tricolor paulista (Futebol)
      Granja do Torto (Futebol)
      Disputas acirradas no Lago Paranoá (Vela)
      Muitos pódios na Peteca (Peteca)
      Mais de uma década de tradição (Regata JK - Vela))
::.Carinho pelo Iate
::.Flashes

      Aqui as férias foram mais legais!
      Reconhecimento aos pais Iatistas
      Prazer de Viver
      Regata Filinto Pacheco
      Peteca
     Lual do Iate
      Tenis
::.Up Day Spa - Informe Publicitário
::.Comer Bem
      Tem carneiro na mesa
::.Filmes
::.Cultura
      O dia em que o “Rei” esteve entre nós

::.Nas internas
      Colírio
- Marcella Curvello Fioravanti
      Perfil de um Iatista - Uma história contada por Antonio Cunha
::.Iate Faz
::.Corujão Olímpico
   Histórias pitorescas de nossos sócios e convidados

::.Opinião
      Por Kleber Sampaio
      Por Renato Riella



Edição nº 17 - setembro/outubro de 2004


tracinho.gif

Edições anteriores.::

tracinho.gif

  Colírio


Encontrar no Iate alguém para estampar nessa coluna não é tarefa complicada. Pelo contrário. Quem caminha pelo clube encontra sempre belas sócias e convidadas. Em agosto descobrimos uma menina que é a simpatia em pessoa e que com seu sorriso fácil encanta e surpreende quem a conhece. Aos 16 anos, Marcella Curvello Fioravanti aparenta, à primeira vista, ser uma jovem tímida. Mas ao conhecê-la, percebe-se rapidamente que essa linda Iatista é super descontraída e tem muito mais que um rosto bonito. Mesmo com a pouca idade, Marcella já sabe exatamente o que quer. Seu objetivo é fazer faculdade de Direito e Ciências Políticas. E para conseguir equilíbrio, Marcella troca a academia, local preferido das meninas de sua idade, pelas aulas de ioga, que pratica há seis meses. Quando vem ao Iate, esta bela garota gosta de usar as piscinas e tomar sol com as amigas. Tá explicado porque a nossa orla é uma das mais procuradas da capital.

Marcella Curvello Fioravanti

  • Idade: 16 anos
    Atividade:
    estudante
    Signo:
    aquário
    Um lugar que gostaria de conhecer:
    Ilhas Gregas
    Um sonho:
    ser juíza de direito
    Som predileto:
    axé
    Filme preferido:
    Segundas Intenções
    Comida predileta:
    McDonalds

 


Perfil de um Iatista

Uma história contada por Antonio Cunha

Não é á toa que, na maioria das situações, ser o primeiro é sempre sinônimo de prestígio. E no Iate, poder orgulhar-se de carregar, literalmente, o número um é um mérito que cabe apenas ao senhor Antônio Augusto Barcellos da Cunha, conhecido entre os amigos como “Cunha”.
Aos 81 anos, este gaúcho de Pelotas, que morou vários anos no Rio de Janeiro e chegou a Brasília em janeiro de 1960, é parte viva da história do Iate Clube. Seu título é o número 0001 e, como fundador do Iate, Seu Cunha, casado com Terezinha Cunha, pai de seis filhos, avô de 21 netos e bisavô de cinco bisnetos, foi a primeira pessoa que assinou a ata da reunião que lavrou a origem do Iate, no dia 5 de abril de 1960. Foi esse contro memorável que iniciou, oficialmente, a história de nosso clube.
Ao longo de todos os anos de convivência com o Iate, Antônio Cunha guarda várias histórias na memória. E uma delas, ocupa lugar especial. “Em 1961, o então diretor da Departamento de Turismo (Detur) me pediu para que nós, do Iate, nos engajássemos de organizar um evento que pudesse ser apresentado a um grupo de pessoas que estavam em Brasília para uma convenção de turismo”, recordou o sócio número um. Antônio Cunha e os companheiros de clube, então, teveram a idéia de homenagear uma pessoa que estava intimamente ligada à história de Brasília.
“ Como estava próximo do aniversário do sonho de Dom Bosco (o religioso teve a visão em que profetizou a construção de Brasília na noite de 29 de agosto de 1883), conversei com o padre da igreja Dom Bosco para que nos ajudasse a fazer uma procissão náutica em homenagem a Dom Bosco por sua visão de Brasília. Me lembro que no dia da procissão, os barcos, poucos e quase todos do Iate, saíram aqui do clube levando a estátua de Dom Bosco, foram até a Ermida Dom Bosco e depois retornaram ao clube. A partir daí, essa procissão náutica se tornou uma tradição e até hoje é realizada, sendo parte do calendário de comemorações oficiais de Brasília”, lembrou o pioneiro Antônio Cunha.
Quando caminha pelo clube hoje em dia, e percebe como o Iate cresceu, Antônio Cunha enche-se de orgulho. Com tantas obras espalhadas pelo campus, ele não se esquece até hoje da primeira construção que foi realizada aqui. “A primeira ação de obra do Iate foi uma guarita de madeira para abrigar o porteiro que tomava conta do terreno onde seria construído o clube. O nome dele era Sr. Mário e nossa intenção foi dar um pouco mais de conforto a ele, já que o sol e a chuva incomodavam bastante e ele tinha que trabalhar se protegendo apenas com um guarda-chuva”, contou o fundador. Histórias de quem viveu momentos inesquecíveis no Iate e hoje segue freqüentando o clube e admirando-se com o que vê.



 

  © 2005 Iate Clube de Brasília : Todos os direitos reservados : Resolução mínima 800x600                                                                   Telefones